Vendas internas de aço crescem 2% em agosto

 Vendas internas de aço crescem 2% em agosto

No acumulado do ano, foram vendidas 11,7 milhões de toneladas o que representa um recuo de 6,3%

As vendas de aço no país cresceram 2% em agosto chegando a 1,7 milhão de toneladas. Já em relação a julho, ocorreu queda de 1,3%. Os dados foram divulgados hoje pelo Instituto Aço Brasil (IABR.

Segundo os dados, no acumulado do ano, foram vendidas 11,7 milhões de toneladas o que representa um recuo de 6,3%.

Já o consumo aparente chegou a 1,8 milhão de toneladas em agosto, uma queda de 1,7% no comparativo com o mesmo período de 2019. De janeiro a agosto, foram consumidas 13 milhões de toneladas, recuo de 7,3%.

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Segundo o Aço Brasil, o ritmo de vendas de produtos siderúrgicos no país indicam uma certa acomodação do mercado em níveis pré covid-19.

Nesse mês, de acordo com os dados, a produção aumentou 6,5% em relação a agosto de 2019, chegando a 2,7 milhões de toneladas. De janeiro a agosto foram produzidas 19,8 milhões de toneladas, um recuo de 11,6%.

“Apesar da melhoria das condições do mercado interno, a utilização da capacidade instalada do setor continua muito baixa, de apenas 63%”, disse o presidente executivo do Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes.

As importações também apresentaram queda em agosto e no acumulado, em função da alta do dólar e dos preços da tonelada de aço no mercado internacional. No mês passado, foram importadas 129 mil toneladas, recuo de 48,4%. Já de janeiro a agosto, o volume desembarcado no país foi de 1,3 milhão de toneladas, queda de 22.9%.

De acordo com os dados do Aço Brasil, as exportações, embora exista um esforço das siderúrgicas em conquistar novos mercados, caíram 8,3% em agosto, para 841 mil toneladas. No acumulado, o recuo foi de 8,6%, 7,9 milhões de toneladas.

As exportações, que poderiam ajudar a reduzir a elevada ociosidade no setor, caíram 3,9% em relação ao mês de julho, devido à manutenção das condições adversas do mercado internacional, que tem hoje, um excesso de capacidade acima dos 400 milhões de toneladas.

Por Valor Econômico

Via Instituto Aço Brasil

Editor MDR

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