Pela 4ª semana seguida, mercado reduz projeção para queda do PIB em 2020

 Pela 4ª semana seguida, mercado reduz projeção para queda do PIB em 2020

A mediana das projeções no Boletim Focus, do Banco Central, subiu para uma retração de 5,02% na economia brasileira neste ano.

A mediana das projeções do mercado para a variação do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2020 voltou a subir, pela quarta semana consecutiva, de -5,04% para -5,02%, no Boletim Focus, do Banco Central (BC), divulgado nesta segunda-feira com estimativas coletadas até o fim da semana passada, vindo de um piso de -6,54% atingido no fim de junho.

Para 2021, o ponto-médio das expectativas manteve-se em 3,50%, com algumas casas apostando na recuperação de parte das perdas deste ano no próximo.

INFLAÇÃO

A mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial em 2020 subiu de 2,05% para 2,12%.

Para 2021, o ponto-médio das expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou, de 3,01% para 3,00%.

Apoiador:

Entre os economistas que mais acertam as previsões, os chamados Top 5, de médio prazo, a mediana para a inflação oficial subiu de 2,12% para 2,23%, em 2020 e permaneceu em 3,20% para 2021.

A meta de inflação a ser perseguida pelo BC é de 4,00% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% para 2022, sempre com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Selic

A mediana das estimativas para a taxa básica de juros no fim de 2020 manteve-se em 2,00% ao ano tanto na estimativa que inclui todo o mercado quanto entre os Top 5.

Para 2021, a projeção para a Selic permaneceu em 2,50% ao ano entre os economistas em geral e 2,00% ao ano entre os campeões de acertos.

Dólar

A mediana das projeções para o dólar no fim de 2021 entre o Top 5 voltou a subir, de R$ 5,10 para R$ 5,30.

Para 2020, o ponto-médio das projeções permaneceu em R$ 5,40 entre os campeões de acertos.

Entre os economistas em geral, a expectativa permaneceu em R$ 5,25 para o fim de 2020 e R$ 5,00 no encerramento de 2021.

Por Valor Econômico

Via Instituto Aço Brasil

Editor MDR

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