KPMG APONTA OITO ÁREAS-CHAVE EM REGULAÇÃO PARA IOT

 KPMG APONTA OITO ÁREAS-CHAVE EM REGULAÇÃO PARA IOT

Estudo indica avaliação de riscos, governança e gestão da cadeia de suprimentos como tópicos principais.

Um estudo realizado pela KPMG apontou os oito principais quesitos para as normas de utilização da internet das coisas. Segundo o levantamento, entre os principais tópicos para a regulação da ferramenta estão: avaliação de riscos, governança, gestão da configuração e gestão da cadeia de suprimentos.

Para Dustin Pozzetti, o desenvolvimento de produtos mais seguros traz a vantagem de aumentar a competitividade das empresas. Dessa forma, aprimorando a produção e conquistando a confiança dos consumidores. Pozzetti é sócio líder do setor de tecnologia, mídia e telecomunicações da KPMG no Brasil.

“As soluções em internet das coisas estão mais presentes no dia a dia das pessoas, com dispositivos cada vez mais conectados à rede. Como efeito desse cenário, as coletas de informações e dados pessoais aumentam significativamente, ocasionando riscos potenciais à segurança dos dados. Os legisladores vêm trabalhando para regulamentar o segmento, de modo que as empresas se responsabilizem pela proteção das informações de seus clientes”, analisa.PUBLICIDADE

Entretanto, a empresa apontou as oito áreas-chave para as normas de internet das coisas. Sendo elas: governança, avaliação de riscos, gestão da cadeia de suprimentos, ciclo de vida do desenvolvimento seguro, gestão da configuração, identificação da gestão, da autenticação e do controle de acesso, gestão e privacidade de dados, monitoramento e gerenciamento de vulnerabilidades.

SEGURANÇA

Marcelo Ribeiro, executivo da KPMG, diz que as áreas ajudam a direcionar os elementos de base para o futuro dos programas de segurança de IoT. De acordo com ele, que não somente atendam aos requisitos regulatórios, mas também protejam os consumidores, conquistem a confiança e aprimorem o valor dos produtos de IoT no longo prazo.

“Esse é um mercado em plena transformação, com muita inovação embarcada e que a segurança relacionada aos dados coletados seja endereçada de acordo com os requisitos necessários gerando transparência e confiança a todos os entes envolvidos nessa jornada”, conclui Ribeiro. (Com assessoria de imprensa)

Por Redação

Via tele.sintese

Editor MDR

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