IBC-Br sobe 4,89% em junho e tem a maior alta de toda a série histórica

 IBC-Br sobe 4,89% em junho e tem a maior alta de toda a série histórica

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Até então, a maior expansão havia sido registrada em junho de 2018

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) cresceu 4,89% em junho, na comparação dessazonalizada com maio, conforme divulgado nesta sexta-feira pela autoridade monetária. Foi a maior alta mensal de toda a série histórica do índice, com início em 2002. Até então, a maior expansão havia sido registrada em junho de 2018 (alta de 3,30%).

Além disso, foi a segunda alta mensal consecutiva desde o início da pandemia. Em maio, o indicador subiu 1,58% na comparação mensal (dado revisado de alta de 1,31%).

No entanto, mesmo com o crescimento de junho, o IBC-Br teve queda de 10,94% no segundo trimestre, em relação aos três meses anteriores, também na comparação dessazonalizada.

O resultado mensal de junho veio abaixo da mediana das estimativas colhidas pelo Valor Data, de alta de 5,2%.

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Já no acumulado de 12 meses até junho o IBC-Br caiu 2,55%. Devido às constantes revisões, o indicador medido em 12 meses é mais estável do que a medição mensal.

Na comparação com junho de 2019, houve queda de 7,05%, na série sem ajuste. No primeiro semestre deste ano, por sua vez, a variação foi negativa em 6,28%.

O comportamento do indicador em junho foi influenciado pelas altas de 8,9% da produção industrial, 8% das vendas do varejo restrito (12,6% do varejo ampliado, que inclui as vendas de veículos, motos, partes e peças e de material de construção) e 5% na prestação de serviços.O IBC-Br tem metodologia de cálculo distinta das contas nacionais calculadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O indicador do BC, de frequência mensal, permite acompanhamento mais frequente da evolução da atividade econômica, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB), de frequência trimestral, descreve um quadro mais abrangente da economia.

Por Valor Econômico

Via Aço Brasil

Editor MDR

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