Fraudes no e-commerce brasileiro caem em 2020

 Fraudes no e-commerce brasileiro caem em 2020

Segundo quinta edição de um relatório da Konduto, fraudes realizadas por dispositivos móveis predominaram.

A taxa de tentativas de fraude no comércio eletrônico brasileiro diminuiu entre 2019 e 2020, passando de 2,52% para 2,07%. Os dados foram levantados a partir da análise de 244 milhões de pedidos computados pelos sistemas da Konduto – que formulou o relatório chamado Raio-X da Fraude – entre 1º de janeiro e 31 de dezembro do ano passado.

Pela primeira vez, as tentativas de fraudes realizadas por dispositivos móveis foram maiores do que as feitas por desktop. Em 2019, o número de pedidos ilegítimos no mobile era de 47%. Em 2020 o número subiu para 62,04%, ultrapassando as tentativas feitas em computadores, que foi de 37,96%. Entre os sistemas operacionais mais utilizados estão: Android (43,87%), Windows (35,02%) e iOS (18,17%).

O estudo também aborda o comportamento dos fraudadores no ambiente online. De acordo com o estudo, os golpistas trabalham mais nos horários comerciais e realizam mais transações em dias de semana. O período com maior índice de pedidos ilegítimos ocorreu entre às 12h e 17h50 com 37,12%, seguido do das 18h às 23h59 com 34,64% e cai drasticamente nos finais de semana e madrugadas. Às quartas-feiras são os dias em que os fraudadores agem com maior frequência.

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Ano atípico

Apesar de a Konduto ter processado 74 milhões de pedidos a mais que em 2019, as tentativas de fraudes diminuíram. Foram 7,7 pedidos processador por segundo pela empresa, ou representaram R$ 35 bilhões em compras realizadas em mais de 27 mil lojas no Brasil e na América Latina.

A empresa diz ter evitado prejuízos estimados em R$ 1,3 bilhão ao setor de e-commerce e meios de pagamentos digitais. Além do aumento das compras online, houve crescimento também na quantidade de vendas por links de pagamento via WhatsApp.

Segundo Tom Canabarro, CEO e cofundador da Konduto, o número de fraudes em queda, mesmo com o aumento de compras pela internet, “mostra que as tecnologias antifraude estão mais eficientes”.

Por Redação

Via CIO

Editor MDR

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