Empresas planejam manter parte das mudanças causadas pela pandemia

 Empresas planejam manter parte das mudanças causadas pela pandemia

Dados foram capturados no levantamento realizado pelo levantamento do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas)

Home office, desenvolvimento de novos serviços e novos canais de venda on-line são algumas das mudanças causadas pela pandemia da Covid-19 que as empresas pretendem manter no longo prazo, apontou uma sondagem feita pelo Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas) e publicada na Folha de S.Paulo

De acordo com o estudo, quase 90% das empresas brasileiras que responderam à pesquisa promoverão alguma alteração no seu modo de operação durante a pandemia, sendo que 56% dos respondentes afirmaram que as medidas serão incorporadas parcialmente ou totalmente; 27% afirmam que elas serão temporárias e 7%  dos negócios ouvidos ainda analisam o que pode ou não ser mantido mesmo após a retomada econômica. 

Ao erem perguntadas sobre quais são as atividades que foram desenvolvidas durante a pandemia e que serão incorporadas ao dia a dia dos negócios, as empresas apontaram exemplos como home office (83%) e desenvolvimento de novos produtos ou serviços (18%), que foi mais presente em setores como indústria têxtil (57%),  limpeza e perfumaria (42%) e farmacêuticas (35%). 

O setor de varejo se destacou dentro da pesquisa por investir em novos meios de vendas (como mensageiros): 57% das companhias avaliadas afirmaram que pretendem manter esses canais. Ao se concentrar em três segmentos específicos (supermercados, vestuário e calçados e móveis e eletrodomésticos) esse percentual subiu para 65%. 

Apoiador:

De acordo com a análise, o mercado de vestuário abrange a maior parte (77%) das empresas que irão manter (mesmo que parcialmente) medidas implementadas durante a crise, já que 70% dos respondentes afirmaram terem desenvolvido novos produtos e 80% criaram novos canais de venda. 

Por fim, representantes das indústrias de informática e eletrônicos (75%), informação e comunicação (73%) e supermercados (72%) também informaram o desejo de manter os novos processos desenvolvidos durante os últimos meses. 

Por Redação

Via ComputerWorld

Editor MDR

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